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Papa Francisco quer motivar igreja a combater o aquecimento global

16 janeiro 2015   //   Por SEQTRA   //   Notícias  //  Sem Comentários

O Papa Francisco anunciou uma meta audaciosa para o ano de 2015. O argentino, que é a principal autoridade oficial católica na Terra, se comprometeu a incentivar todos os fieis a lutarem contra o aquecimento global. Ele ainda pretende estender o esforço às outras religiões.

Assim como o santo que inspira o seu nome, o Papa Francisco está disposto a lutar pelo bem dos animais e da natureza, em geral. O compromisso do representante está dividido em três etapas: emitir uma mensagem sobre o aquecimento global a 1,2 bilhão de católicos, fazer um discurso à Assembleia Geral da ONU e convocar uma reunião de cúpula com representantes das principais religiões do mundo.

Conforme informado pelo bispo Marcelo Sorondo, em declaração ao jornal britânico The Guardian, a intenção do Papa é influenciar positivamente a próxima reunião do clima, realizada em Paris neste ano. O encontro deve marcar a conclusão de negociações tensas para um compromisso universal em relação às reduções na emissão de gases de efeito estufa.

Para alcançar os fiéis, o Papa se comprometeu com a criação de um documento, exortando as pessoas a tomarem medidas por razões morais e científicas. O documento será enviado a cinco mil bispos católicos, 400 mil sacerdotes e, assim, será distribuído aos paroquianos.

O encontro com autoridades de outras religiões deve acontecer em uma Assembleia da ONU, que determinará novas metas de combate à pobreza e cuidados ambientais.

Não é de hoje que o Papa se mostra contrário ao modelo econômico mundial, que incentiva o consumo e a riqueza. Durante um evento realizado em outubro de 2014, o católico alertou para o poder que o dinheiro tem tomado. “Um sistema econômico centrado no deus dinheiro precisa que a natureza seja saqueada, para que possa sustentar o ritmo frenético de consumo que lhe é inerente”, disse o Papa.

Ele ainda completou o discurso dizendo que o modelo está carente de ética e apontou o que está errado. “A monopolização de terras, o desamatamento, a apropriação de água, uso inadequado de agrotóxicos são alguns dos males que separam o homem da terra de seu nascimento. As alterações climáticas, a perda da biodiversidade e o desmatamento já estão mostrando seus efeitos devastadores nos grandes cataclismos que assistimos”, alertou.

 

Fonte: Ciclo Vivo – http://www.ecoguia.net/noticias/papa-francisco-quer-motivar-igreja-a-combater-o-aquecimento-global

Empresa: Aprendizado e Superação na Crise

16 janeiro 2015   //   Por SEQTRA   //   Notícias  //  Sem Comentários

O título deste artigo pode sugerir a crise financeira internacional deflagrada em 2008. Porém um empresa pode enfrentar as mais variadas crises de âmbito externo, mas também as de origem interna, se superar e sair fortalecida. Esse é o assunto que será tratado a seguir.

Nós, seres humanos estamos sempre diante de crises de maior e menor grau. Seja diante de um simples decisão durante uma tarefa de trabalho, ou na escolha dos alimentos durante uma refeição. São crises bem administráveis, fazem parte do nosso cotidiano.

Porém existem crises bem mais difíceis de superar, nas quais temos que agir analisando e ponderando as possibilidades, Por vezes não se tem uma boa clareza sobre a decisão a tomar. A contribuição de um amigo ou de uma pessoa de confiança mais próxima pode ser decisiva. Poderão avaliar a situação de um ponto de vista não percebido por nós, um exercício de zoom out, ou seja, olhando de fora.

Esse processo de enfrentamento de crises também ocorre nas empresas, que são sistemas socioculturais – formadas por um conjunto de indivíduos, cada qual com sua própria identidade e experiência. Como ocorre na natureza a empresa também é sistema complexo, porém com características próprias. Quanto mais complexo o sistema menos vulnerável ele é.

O desafio imposto pela concorrência, uma exigência do mercado e uma barreira legal são exemplos de sinais de alerta de origem externa. Do ponto de vista interno pode-se exemplificar, a gestão ineficiente dos negócios e a convivência pouco saudável no ambiente de trabalho.

Hoje a sustentabilidade impõem desafios extraordinários, destaque para a responsabilidade socioambiental e a inovação, cada vez mais urgentes na atualidade. Podem gerar crises nas empresas que ainda não avançaram nesses temas.

Uma crise na sua fase inicial normalmente é percebida pelos próprios dirigentes, mas também pode ser identificada por colaboradores de uma determinada área da empresa. O radar deve estar sempre ligado. Ter a percepção e agir no momento certo podem ser decisivos para o bom andamento da empresa a para a sua própria sobrevivência.

Os dirigentes devem estar preparados, mas isso também deve se estender aos seus colaboradores. A participação de todos é fundamental. Trata-se de um processo colaborativo e de aprendizado, muito além de um modelo bem conhecido e ainda muito utilizado, a estratégia do “comando e controle”.

Passada a crise a empresa se reorganiza e pode idealmente se estabelecer num patamar de maior complexidade, resultado da sua aprendizagem – aprendendo com a experiência.

Pode também retornar ao patamar inicial sem ter ocorrido uma aprendizagem efetiva. Nesse caso a sua resiliência foi determinante. Nos dois casos as pessoas que fazem parte da empresa estavam preparadas e o processo colaborativo foi decisivo.

No outro extremo a empresa aparentemente “passa pela crise e se reorganiza” e retorna num patamar inferior de complexidade. Não houve um processo colaborativo pleno e não soube aproveitar a oportunidade de aprendizado. Possivelmente a crise não foi superada. Nesse caso o risco de sobrevivência foi potencializado.

Por fim, os processos colaborativos são essências nos momentos de crise frente aos desafios da sustentabilidade. Para tal o ambiente da empresa deve ser harmonioso (equilíbrio dinâmico). A cultura da sustentabilidade deve permear todas áreas da empresa, e integrar efetivamente a agenda de seus dirigentes.

 

Fonte: https://ecosfera21.wordpress.com/2015/01/12/empresa-aprendizado-e-superacao-na-crise/

Identidade Sustentável

16 janeiro 2015   //   Por SEQTRA   //   Notícias  //  Sem Comentários

De maneira geral as empresas evoluíram muito, principalmente do ponto vista tecnológico e de gestão. Porém na essência continuamos a fazer mais do mesmo, ou seja, olhando apenas para um horizonte de resultados financeiros. Agindo assim caminhamos para o colapso da biosfera, incluindo-se aí a sociedade humana. Somado a isso a mudança do padrão climática já afeta a vida das pessoas e a economia em diversas cidades e países.

Podemos reverter essa situação mesmo que parcialmente, porém, a janela da possibilidade de agir está se fechando. De outro lado existe um mundo de oportunidades frente aos desafios impostos pela sustentabilidade. O primeiro é a mudança do nosso comportamento, podemos ser mais sustentáveis e isso pode ser aprendido.

Primeiro entender que os processos naturais estão em equilíbrio dinâmico, isto é, estão se ajustando a cada momento as novas situações do seu entorno, O mesmo acontece com os seres humanos.

O filósofo Heráclito afirmou há cinco séculos antes de Cristo “Nada é eterno, exceto a mudança”. Mudar com sabedoria, agir de maneira sustentável. Esse é o caminho mais valioso das oportunidades: para as pessoas , empresas e governos. Integrados de maneira plena entre si e com o planeta.

A Ecosfera 21 oferece o seu serviço de consultoria, uma contribuição importante para a sua empresa e seus colaboradores.

Visite o nosso website: http://www.ecosfera21.com.br

 

Fonte: https://ecosfera21.wordpress.com/2015/01/05/identidade-sustentavel/