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ArcelorMittal obtém “selo verde”para produtos de construção civil

27 fevereiro 2012   //   Por SEQTRA   //   Notícias  //  Sem Comentários

O Grupo ArcelorMittal, maior produtor de aço do mundo e o maior reciclador do setor, acaba de obter o Selo Ecológico do Instituto Falcão Bauer de Qualidade, concedido após análises e auditorias para unidades brasileiras da ArcelorMittal Aços Longos.

O programa de rotulagem ambiental (ecolabelling) é uma metodologia voluntária de certificação de desempenho ambiental, concedida aos produtos para construção civil fabricados nas plantas da ArcelorMittal de Juiz de Fora (MG),  Itaúna (MG), Piracicaba (SP), São Paulo (SP) e Cariacica (ES).

“As empresas cumpriram os requisitos básicos de bom desempenho ambiental e uso de matéria-prima reciclada”, informa José Otávio Andrade Franco, gerente de Meio Ambiente da ArcelorMittal Aços Longos.

O certificado de conformidade do Instituto Falcão Bauer é válido até dezembro de 2013 e contempla vergalhões, telas soldadas, treliças, pregos, arames para amarração, perfis leves alem de fios e barras laminadas para uso na construção civil.

Na prática, a certificação atesta que os produtos têm índice de reciclagem entre 51 e 73%. “O mercado vai valorizar cada vez mais este tipo de selo. Além de garantir o cumprimento dos pré-requisitos da sustentabilidade, o selo ecológico facilita a obtenção, por parte das construtoras, da certificação de seus empreendimentos”, afirma José Otávio.

As chamadas construções verdes (green building) ganham cada vez mais espaço no mundo. Nessas edificações são aplicadas medidas construtivas e procedimentos que buscam o aumento de sua ecoeficiência e redução dos impactos socioambientais. Segundo informações da Green Build Council Brasil, até julho de 2010, em torno de 725 milhões de m² foram construídos no mundo nesse conceito. São mais de 15 mil projetos, todos com o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED, certificação para edifícios sustentáveis concedido pela ONG norte-americana U.S.Green Building Council (USGBC). “A certificação também favorece as nossas exportações. Outro aspecto importante é que a conquista do selo vai, cada vez mais elevar o conceito ambiental na cadeia produtiva”, avalia José Otávio.

Pioneirismo – Em 2008, a ArcelorMittal Tubarão obteve o selo ecológico para a Acerita®,  coproduto produzido a partir da escória de aciaria com uso em pavimentação asfáltica. Atualmente, a ArcelorMittal Brasil está envolvida na elaboração de normas técnicas para a rotulagem ambiental dos produtos para a construção civil originados a partir do aço, junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “No médio e longo prazo, as principais obras públicas brasileiras tenderão a exigir conformidade ambiental nas suas construções”, conclui José Otávio.

Confira os certificados das unidades de Aços Longos:
ArcelorMittal Cariacica
ArcelorMittal Itaúna
ArcelorMittal Juiz de Fora

ArcelorMittal Piracicaba
ArcelorMittal São Paulo

Fonte: http://www.arcelor.com.br/relacoes_imprensa/noticias/noticia_imprensa.asp?noticiaId=73433343324433233342443423334333333437D828115363312D5362D3844D1746D68150523BB4

ArcelorMittal reafirma seu compromisso com a sustentabilidade

20 setembro 2011   //   Por SEQTRA   //   Notícias  //  Sem Comentários

Única produtora de aço a conquistar o Prêmio Época Empresa Verde com projetos socioambientais sustentáveis.

A ArcelorMittal reitera sua liderança de compromisso com a gestão ambiental em suas atividades com a conquista do Premio Época Empresa Verde – classificada entre as 20 Melhores em Prática Ambiental. No total de 200 companhias inscritas, a ArcelorMittal Brasil foi a única produtora de aço a receber o prêmio.

O grupo, que reúne a ArcelorMittal Tubarão, a ArcelorMittal Aços Longos e a ArcelorMittal Vega, investe em diversas iniciativas de melhoria contínua de processos, visando à redução ou eliminação dos impactos ambientais. Dentre os resultados já alcançados, as empresas são consideradas benchmark no setor siderúrgico pela gestão de resíduos industriais, que tem como pilares a reutilização ou a reciclagem máxima, com o mínimo descarte.

Localizada em Serra (ES), a ArcelorMittal Tubarão foi pioneira na comercialização de coprodutos, como a Acerita e o Revsol, que já se tornaram matérias-primas com valor comercial e social. Além disso, a unidade possui um programa pioneiro de reuso da água: uma estação de tratamento permite que a empresa reutilize em sua operação efluentes de esgoto, água da chuva e de alguns setores industriais.

Outra prática reconhecida na premiação foi o Programa de Recuperação Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Taquaraçu. Uma área de 1.275m² cedida pela usina de Sabará da ArcelorMittal Aços Longos, em Taquaraçu de Minas (MG), abrigará um centro de apoio e um viveiro de 588,6m² para o plantio de quase 24 mil mudas de árvores de espécies do cerrado e da mata atlântica, a serem destinadas, no período de 2012 a 2015, à recuperação de matas ciliares, nascentes e áreas degradadas.

A ação integra o projeto de compensação, redução e mitigação das emissões de gases de efeito estufa da Seqtra Engenharia Logística, que transporta anualmente em torno de 9 mil toneladas de produtos da usina. O programa no qual a ArcelorMittal Aços Longos é parceira teve origem no Subcomitê do Rio Taquaraçu, do Comitê do Rio das Velhas, do Projeto Manuelzão, da Agência Peixe Vivo e da UFMG. Além das mudas, a iniciativa prevê o cercamento de 33 mil metros ao longo das margens de cursos d’água e a revegetação de nascentes de 114,4 hectares com mata ciliar.

Eficiência Energética- Desde 2004, a ArcelorMittal Brasil também trabalha em projetos de melhoria em eficiência energética e diminuição de suas emissões, com soma de reduções de emissões certificadas estimadas em torno de 10 milhões de toneladas de CO2 equivalente para os próximos 10 anos. A ArcelorMittal Tubarão, por exemplo, é autossuficiente em energia e todo excedente gerado internamente é comercializado no mercado nacional. A geração da energia é realizada em quatro termelétricas e outros sistemas de reaproveitamento de gases, como turbinas de topo, e a capacidade total chega a 500 MW, o equivalente ao consumo de 1,4 milhão de residências. Esse modelo energético sustentável proporciona redução de custos e menor impacto ambiental.

Fonte: Revista Fator – http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=173688